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Registro:
Ministério da Saúde - 6.4652.0003.001-1
Ingredientes:
Guaraná (Paullinia cupana)
Melhor Uso:
Adultos: 1 cápsula ao dia,
se necessário 2 cápsulas.
O nome guaraná foi designado pelos índios guaranis que utilizavam as sementes para fabricar uma bebida tônico-estimulante denominada elixir de longa vida. O nome Paullinia foi dado pelo botânico Simon Paulli, que foi o primeiro a descrevê-la. O guaraná foi introduzido na Europa em 1817 pelo francês Gassicourt.
As sementes de guaraná são compostas por bases xantínicas (cafeína, traços de teobromina e teofilina), saponinas, colina, resina, óleo essencial, taninos, flavonóides, minerais (cálcio, fósforo, potássio, magnésio e ferro).
As xantinas pertencem ao grupo de drogas que atuam como estimulantes do sistema nervoso central. Neste grupo se enquadram a cafeína, teobromina e teofilina todas presentes no guaraná, com também em outros grupos de plantas consideradas estimulantes, como café, kola e reva-mate.
Os taninos (especialmente o ácido catecutânico e catecol) lhe conferem propriedades adstringentes úteis nos casos de diarréia marx F. e Maia J., 1990). Se especula que o efeito adaptógeno do guaraná tenha relação com o papel que as saponinas têm no ginseng (kaku T. et al., 1975; Wagner H. et al., 1994). É considerado um tônico e estimulante das funções cerebrais através de provas cognitivas realizadas com voluntários humanos (Galduroz J. e Carlini E., 1994).
Os efeitos seriam devido ao papel coadjuvante dos taninos, guaranina e saponinas (Espínola E. et al., 1997).
Das três xantinas mencionadas, a cafeína possui uma ação estimulante mais potente. A nível cortical, doses terapêuticas de 150-300mg de cafeína, produz um estímulo das funções psíquicas baseada principalmente em um maior estado de alerta, melhor associação de idéias e das atividades intelectuais, maior concentração e resistência ao cansaço conjuntamente com uma sensação de bem-estar. Doses mais altas podem resultar nos efeitos dos barbitúricos. |